Faculdade em Cambuquira cria Polo Tecnológico

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Por Daniel Lacerda

Transformar a cidade de Cambuquira, no Sul de Minas Gerais, a 300 km de São Paulo, em um polo tecnológico especializado em eficiência energética aplicada à Gestão Ambiental. Este é um dos objetivos da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco (Fatri), sediada no Circuito das Águas mineiro.

O passo inicial desse projeto é capacitar a primeira turma do curso superior de Tecnologia em Gestão Ambiental, recém-criado. E, para isso, a instituição tem trunfos exclusivos. Um deles é a chamada “prática integradora”, para inclusão dos alunos no mercado de trabalho regional.

Segundo o vice-diretor, Eduardo Castelã, os gestores ambientais da Fatri poderão atuar diretamente na comunidade, em iniciativas para tratamento de resíduos sólidos, programas de reciclagem e irrigação agrícola – áreas em que já há parcerias em negociação. E, tudo, a partir do mapeamento das necessidades da população, tendo como norte a eficiência energética – campo de pesquisa no qual a instituição tem amplo know-how.

Isso porque a mantenedora detém a patente da tecnologia Keppe Motor, desenvolvida pelos pesquisadores César Soós, Alexandre Frascari e Roberto Frascari, professores da casa.

Com capacidade de economizar até 90% de energia, o Keppe Motor se baseia na captação de energia escalar, descoberta por Nikola Tesla, e na Nova Física desenvolvida pelo cientista Norberto Keppe. Empregada atualmente na fabricação de ventiladores industriais e comerciais de parede ou coluna, a tecnologia permite a otimização do uso de energia disponível, alavancando o poder produtivo de empresas e da nação

E não é somente com o Keppe Motor e seus criadores que os alunos terão contato. O cientista Boris Petrovic, sobrinho de Nikola Tesla e fundador do Instituto de Tecnologias Sustentáveis Nikola Tesla em Brasília, também dará aulas no curso de Gestão Ambiental.

Gestão de Conflitos e Empreendedorismo – Dois outros trunfos da Fatri para a criação do futuro polo de tecnologia em inovação em sustentabilidade em Cambuquira são, também, dois outros diferenciais da instituição.
Durante os quatro semestres de curso, serão ministradas 160 horas/aula da disciplina de Gestão de Conflitos, cujo objetivo é capacitar o gestor ambiental a atuar na mediação de interesses divergentes nos âmbitos público e privado, social e governamental.

A formação também irá desenvolver o empreendedorismo e preparar o profissional para atuar nas Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ESCOs), um dos setores que mais crescem no mundo, a partir de disciplinas específicas, como Química Ambiental, Avaliação de Impacto Ambiental, Recursos Naturais e Manejo Integrado e Direito e Legislação Ambiental.

O curso superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da Fatri tem duração de dois anos. As aulas começam em fevereiro, e o ingresso se dá por provas tradicionais, agendadas ou apresentação de nota do Enem.
A faculdade aceita diversas opções de financiamento e bolsas de estudo (FIES, ProUni, Educa Mais Brasil e Quero Bolsa), além de possuir convênios com empresas e prefeituras da região.

 

Sede da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco
Av. N. S. Aparecida, 59 – Centro – Cambuquira – MG

Informações e inscrições:

keppepacheco.edu.br/vestibular-2019
(35) 3251-3800 | 98872-3470

Fonte: Diário do Comércio

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A Resolução dos Conflitos Advém da Interiorização

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A senhora L.G. disse que o marido a impedia de viver a existência que queria, colocando empecilho ao seu trabalho.

— O que a senhora associa ao seu marido? — perguntei-lhe.
— Dificuldades… dificuldades…
— Coloque o seu marido no seu interior.
— Ah! O senhor pensa que sou eu que estou dificultando minha existência?
— É a senhora que está dizendo.

Bem antes da descoberta do processo de inversão, eu vinha tentando levar o cliente a ver, em seu íntimo, tudo o que olhava na sociedade e nas outras pessoas. É muito conhecido o exemplo, de Freud, sobre o espelho que o psicanalista seria para os clientes. Pois bem, estendi tal conceito de modo geral ao mundo exterior, colocando todos os fatos externos como referência aos internos.

A interiorização é o processo mais importante em toda a Psicanálise Integral, porque constitui na volta ao próprio interior: a fonte da vida e felicidade.

O senhor J. V., com a idade de 32 anos, veio fazer psicanálise devido a suas dificuldades no relacionamento afetivo-sexual; era homossexual.

J.V.: — Eu tinha uma dor de cabeça, que me parecia mais de consciência, pois, quando saí daqui, desapareceu completamente.

Psicanalista: — Dor de consciência do quê?

J.V.: — Da minha vida perdida, da forma que eu levei a vida, com todas as minhas bobeiras; com as atitudes destrutivas, juntamente ligadas ao homossexualismo; minhas invejas, complexos, megalomania, arrogância… não sei se acredito nisso.

Psicanalista: — Por que não admite que o senhor possa cometer erros?

J.V.: — Eu acho que não aceito a consciência de meus erros; penso que faço tudo certo, direitinho. A procura que faço da perfeição é tão grande, que não me deixa ver os erros que cometo.

Note o leitor, neste ponto, que o cliente não procurava bem a perfeição, mas se achava perfeito — por esse motivo, tinha dificuldade em admitir seus erros. Esse perfeccionismo é muito ligado ao que eu chamo de teomania: o desejo do homem de ser um outro deus.

J.V.: — Eu sempre tive a opinião de que a mulher não presta; quando meu irmão namorava eu queria separar os dois.

Psicanalista: — Essa ideia de separar um do outro, a que o senhor associa?

J.V.: — Separar… Separar…

Psicanalista: — Separar o interior de si mesmo; colocar o afeto longe. Viver fora de si.

Os fatos externos demonstram os psicológicos; eles se constituem no meio mais eficaz para que conscientizemos nossa realidade

 

Se o leitor reparar bem, verá um novo tipo de interpretação da Psicanálise Integral. Enquanto Freud analisava sob o ponto de vista do Complexo de Édipo, nós interiorizamos o seu significado, vendo-o como o tipo de relacionamento que uma pessoa tem para consigo mesma, o que ela faz com a sua vida interior.

A interiorização foi o primeiro passo que dei na compreensão e formação dessa ciência — devendo ser a sua finalidade, isto é, a sua consecução. No momento em que o indivíduo estiver bem interiorizado, terá chegado ao final do processo. Interiorização é a percepção do próprio interior; é a verdadeira tomada de consciência, porque é o contato direto com ela. Aliás, nós consideramos a consciência como algo existente por si, esperando apenas que a aceitemos — e aceitando-a, estaremos em contato com o Criador.

 

a-glorificacao-norberto-keppeNorberto R. Keppe
Extrato do livro A Glorificação

Psicanalista, filósofo, cientista social, pedagogo e físico independente, autor de 42 livros, fundador e presidente da SITA – Sociedade Internacional de Trilogia Analítica, que unificou a ciência à filosofia e teologia.

 

 

Boletim Informativo Ano I – N°4 | Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco

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Patologia das Leis: Inversão no trabalho

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Existe uma grande diferença entre aquilo que “idealizamos” e a realidade. Por isso que a nossa estrutura de leis causa de fato um enorme estrago, tanto para a sociedade como para o indivíduo. Isso se dá, pela falta de conhecimento sobre o interior do ser humano, das nossas intenções e aquilo que inconscientizamos. Acreditamos no que pensamos, como base de criação de nossa realidade.

O legislador afirma que o consenso político nasce de um debate democrático consciente no Congresso e acredita no fruto dessa dinâmica, nas leis que daí surgem. Mas não é isso que acontece. Para entendermos o porquê desse estrago, temos que adentrar no aspecto patológico das emoções e da psique humana, ou seja, perceber a inveja, a inversão e a soberba.

Sem esse conhecimento vamos perpetuar no erro.

Até hoje a humanidade não percebeu a importância de conscientizar a maior descoberta de Freud sobre o inconsciente- ela nunca foi bem compreendida e aplicada. Entretanto, agora com o trabalho de Keppe que cientificamente explica e une os três aspectos da filosofia, teologia e ciência, temos os instrumentos necessários para desinverter a nossa percepção.

No Brasil por exemplo, a legislação trabalhista reflete bem uma grave inversão: ao invés de buscar-se um equilíbrio entre trabalho e capital, entre empregador e empregado, foi instaurada uma visão negativa do trabalho em si, como um mal necessário, um sacrifício, aprisionamento e não como a fonte de toda a realização, bem-estar e prosperidade.

Assim sendo, todas as medidas e leis promulgadas, ao invés de incentivarem o trabalho, só criaram barreiras através de instrumentos de controle, prejudicando tanto o trabalhador, as empresas de um modo geral, como o país. (impostos, burocracia, sobrecarga de benefícios)
As leis têm de estar em ressonância com a essência do ser humano que é boa bela e verdadeira, contudo nossa percepção da realidade está invertida, vemos no bem um mal e no mal um bem.

Só não estamos desfrutando do Reino Divino aqui e agora nessa existência, devido à inversão de nossas leis. As leis refletem a vontade de uma nação e o direcionamento que esta tomará no curso de sua história.

Ocorre que, se não avaliarmos esse corpo de leis levando em consideração os aspectos da psicopatologia e da psico-sócio-patologia, acabamos por transferir esses aspectos patológicos inconscientes no bojo das normas jurídicas causando grandes prejuízos e levando a paralisação da sociedade.

Bibliografia

KEPPE, N.R. Trabalho e Capital – Proton Editora. São Paulo. 1989
KEPPE, N.R. Escravidão e Liberdade – Proton Editora. São Paulo. 2011
KEPPE, N.R. Libertação dos Povos – Proton Editora. São Paulo. 1999
KEPPE, N.R. Metafísica Trilógica, A Libertação do Ser – Proton Editora. São Paulo. 1987

 

Rodrigo Angélico Pacheco, advogado

Advogado formado no ano de 2002 pela Faculdade de Direito das Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU/SP, especializado na área de Direito Imobiliário, notadamente no ramo das relações jurídicas condominiais, bem como na área de interpretação e adaptação de contratos estrangeiros ao sistema jurídico brasileiro (inglês e francês fluentes), foi aluno da universidade de Altos Estudo de Direito e Economia (Paris II – ASSAS), no período de 1989 a 1993 e freqüentou o Curso de Letras do Instituto Católico de Paris de 1993 a 1996, licenciado por este curso –  Instituto Superior de Tradução de Intérprete – ISIT.
Membro da American Bar Association (Associação da Ordem dos Advogados dos Estados Unidos) inscrito no número 02095430

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Keppe Motor Lança Ventilador Mais Econômico do Mercado

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Tecnologia internacionalmente premiada, a Keppe Motor acaba de lançar no Brasil um ventilador muito mais refrescante que os demais do mercado e que economiza de 70 a 90% no consumo de energia.

Este ventilador oscilante de parede/coluna, com diâmetro de 60 cm, produzido totalmente no Brasil, é o primeiro TRIVOLT da categoria: funciona em 127/220V e também no painel solar com uso de um simples adaptador; neste caso, acoplado a uma pequena placa fotovoltaica de 70Wp funciona independente da rede elétrica durante o dia e, à noite, passa automaticamente para a rede elétrica, retornando à placa ao amanhecer.

Trata-se de um ventilador de motor frio, trabalhando próximo à temperatura ambiente (enquanto os tradicionais aquecem facilmente, ultrapassando os 70 graus centígrados). Como resultado, o ventilador com a tecnologia Keppe Motor proporciona um vento geladinho e gostoso, que cria um bom ambiente de trabalho e conserva equipamentos sensíveis ao calor, ao contrário das lufadas dos ventiladores similares tradicionais, cuja brisa produzida e aquecida pelo próprio motor dá, após algum tempo, a sensação de ambiente sufocante.

A Tecnologia Keppe Motor conquistou em 2014 o primeiro prêmio de inovação tecnológica e eficiência energética na maior feira mundial de eletrônicos de Hong Kong, na China; a seguir, mais dois prêmios nos EUA e um no Brasil, onde recebeu o diploma do PROCEL 2016/17 de produto de maior eficiência energética do mercado, graças à sua tecnologia patenteada de motores ressonantes, baseada no livro A Nova Física da Metafísica Desinvertida, de autoria do cientista austríaco-brasileiro Norberto Keppe.

Este produto, também usado em residências, é ideal para estabelecimentos comerciais, igrejas, fábricas, escolas, salões de festa, auditórios, entre outros, onde a enorme economia de energia e baixas temperaturas são fundamentais para redução de custos operacionais dessas instalações.

keppemotorshop.com

Cesar Soós,engenheiro KEPPE MOTOR

 

Boletim Informativo Ano I – N°4 | Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco

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Não tenho bens, posso fazer um testamento mesmo assim?

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Tem uma frase na igreja do convento de São Francisco de Assis em Salvador que diz assim: “A verdadeira filosofia é aquela que se faz refletindo sobre a morte.”

Você já parou pra pensar no seu testamento? Ou acredita que só no fim da sua vida você quer pensar nessas situações? Como se tivéssemos o controle sobre o nosso amanhã, né?!

O testamento é o último ato de vontade em vida, e deve ser cumprido! No mais, ele se reveste de requisitos específicos, perdendo a sua validade se for escrito de qualquer forma, ex: um contrato, uma carta, um texto em um papel de pão.

Infelizmente, existe um mito no Brasil que só pode testar aquele que possui bens, mas isso é um equívoco.

Importante salientar que sobre metade dos seus bens, você decide quem será o destinatário e pode até vincular a finalidade dele. Você pode fazer o que quiser com metade dos seus bens, desde deixar para os filhos ou até doar para uma organização da sociedade civil.

Ademais, chamamos de testamento existencial aquele testamento que, com ou sem bens, deseja o testador manifestar sua vontade sobre questões pessoais, por exemplo:

  • A forma como os filhos devem ser criados (religião, escola, quem será o tutor);
  • O reconhecimento de um filho (de sangue ou socioafetivo);
  • Se tem material genético congelado, qual o destino deles, se autoriza o uso;
  • Qual destino de seus órgãos;
  • A cerimônia de enterro ou cremação, e onde os restos mortais devem ser deixados;
  • Se possui livros ou alguma obra de sua autoria: se deseja que ela seja republicada, se aceita coautoria, se proíbe coautoria;
  • Sobre suas redes sociais, qual o destino delas;
  • Seus bens que tem valores emocionais para quem devem ser deixados…entre tantas outras questões que podem surgir de acordo com os desejos pessoais de cada um.

Por fim, é importante dizer que o testamento pode ser feito em qualquer estado dentro do Brasil, não estando o testando vinculado ao seu lugar de domicílio.

Por Jhéssika Avelino | Advogada Cível e Empresarial

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São Paulo – SP

Av. Rebouças nº 3819, CEP: 05401-450

Tel. (011)  3032-3616

Fax. (011) 3815 9920

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Realizado com grande êxito 1° OPEN LAB da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco

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Chega ao fim o 1° Open Lab da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco. Realizado nos dias 19 e 20 de outubro em Cambuquira, sede da FATRI, evento reuniu engenheiros, estudantes e demais interessados de MG, RJ e SP in loco, além de participantes de MG, BA, AM, SP e RJ online. Os engenheiros co-inventores da Tecnologia Keppe Motor falaram sobre esta tecnologia, obras de Keppe e Tesla e outros temas que compõem a matriz curricular do Curso de Gestão Ambiental, com Vestibular 2019 em andamento.

No primeiro dia, o evento conduzido pelos engenheiros e co-inventores da tecnologia Keppe Motor, Alexandre Frascari, César Soós e Roberto Frascari, reuniu um corpo mais técnico, composto basicamente por engenheiros. O grupo se reuniu no Teatro Thalia do Grande Hotel Trilogia para a palestra e demonstrações práticas da Tecnologia Keppe Motor e informações sobre os cursos da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco. Posteriormente o grupo fez uma visita às instalações da sede da FATRI.

No sábado, 20 de outubro, segundo dia do evento, alunos e professores do 2° ano do Ensino Médio do Colégio de Aplicação de Três Corações foram conhecer as instalações da FATRI e participar do 1° Open Lab. Aproximadamente 25 alunos e professores, além de demais participantes da sociedade, tiveram contato direto com os engenheiros, conheceram mais sobre os trabalhos de Keppe-Tesla e sobre a Nova Física Keppeana, que será pela primeira vez parte da matriz curricular de um curso superior no mundo na FATRI. Após o evento, os alunos e professores ainda visitaram o Parque das Águas de Cambuquira acompanhados por tutores indicados pela Prefeitura Municipal de Cambuquira.

Por meio de vídeos, o Coordenador do Curso de Gestão Ambiental, Prof. Dr. Ílio de Nardi Junior, e o Fundador do Instituto Tesla, descendente de Nikola Tesla e professor do curso de Gestão Ambiental da FATRI, Eng. Boris Petrovic, agradeceram a presença de todos e deram as boas-vindas a este 1° Open Lab, que abre a série de eventos “FATRI DE PORTAS ABERTAS” que demonstrará os diferenciais dos cursos de Gestão Ambiental, Teologia e Artes Visuais que iniciarão em 2019 e já estão com o Vestibular em andamento.

O próximo evento do FATRI DE PORTAS ABERTAS acontecerá nos dias 23 e 24 de novembro. As atividades terão início às 8h30 de sexta, 23/11, e se estenderão durante esses dois dias.

Informações:
keppepacheco.edu.br/vestibular
(35) 3251-3800 / 98872-3470

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Emissões globais de metano podem estar subestimadas

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Mudanças recentes na compreensão sobre o comportamento do metano na Terra, além de dificuldades para fazer amplas medições do que é emitido pelos oceanos, podem ter feito com que as emissões globais do gás – cujas moléculas retêm 25 vezes mais calor do que as de gás carbônico – tenham sido subestimadas.

As consequências dessa emissão maior vão desde um aumento ainda mais acentuado nas temperaturas globais até a concretização da chamada hipótese da bomba de clatrato (estrutura cristalina). Segunda essa hipótese, o metano hoje depositado no subsolo marinho poderia subir à atmosfera e gerar uma extinção em massa como as que ocorreram na transição dos períodos Permiano e Triássico (há cerca de 250 milhões de anos) e no fim do Paleoceno e início no Eoceno (há 55 milhões de anos, aproximadamente).

“Com o derretimento do Ártico e da Antártica, provocado pelo aquecimento global, muito desse metano que estava preso embaixo das geleiras, na forma de hidrato de gás, começa a ser liberado”, disse Antje Boetius, pesquisadora do Instituto Max Planck de Microbiologia Marinha, em Bremen, na Alemanha.

Boetius foi uma das participantes da Escola São Paulo de Ciência Avançada em Metano, realizada em Ilhabela de 16 a 23 de outubro e encerrada na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), em Piracicaba, no dia 26.

“A ideia da Escola foi conseguir avançar nas novas fronteiras do conhecimento dessa área da ciência, principalmente em relação aos microrganismos que produzem metano na natureza”, disse Vivian Pellizari, professora do Instituto Oceanográfico da USP e organizadora do evento. Além de palestrantes brasileiros e estrangeiros, participaram da Escola 73 alunos de pós-graduação e pesquisadores de pós-doutorado de 13 países além do Brasil.

“Para poder controlar as emissões é preciso conhecer a parte básica do metabolismo dos microrganismos e dos seus hospedeiros. Novos grupos desses microrganismos têm sido descritos nos últimos anos e ainda precisam ser mais bem compreendidos”, disse Pellizari à Agência FAPESP.

No Brasil, os maiores responsáveis pelas emissões de metano são a criação de gado e as áreas alagadas, presentes na Amazônia e no Pantanal. Elas acumulam matéria orgânica em decomposição, reduzindo a concentração de oxigênio e gerando metano.

O gado, por sua vez, emite o gás como resultado do processo de digestão. Além disso, mudanças no uso do solo também impactam a proporção entre o metano que é liberado na atmosfera e o que é consumido.

Os microrganismos do ambiente desempenham um grande papel na emissão global de metano. Embora recentes avanços tenham dado origem a novos conhecimentos, ainda há mais perguntas do que respostas em relação à quantidade global do gás, ciclagem biogeoquímica e microbiologia da metanogênese (geração) e da metanotrofia (consumo).

Atualmente, a busca por organismos que geram e consomem metano vai de ambientes criados pelo homem a alguns dos locais mais extremos na Terra. Na Escola também foram discutidas metodologias que poderão ser usadas para detectar presença de metano fora da Terra, como em luas de Júpiter. O metano seria um possível indicador de vida extraterrestre.

“O metano é um elemento-chave para a Astrobiologia e para conhecer mais sobre a origem da vida”, disse Ken Takai, da Jamstec, agência japonesa para ciência e tecnologia marinha e terrestre e um dos palestrantes no evento.

Além disso, outro tema discutido foi a recente aplicação do conhecimento em produção de bioenergia, gerenciamento de resíduos e em Agronomia.

“O metano formado no solo dificilmente chega à atmosfera se houver uma atividade biológica que consome esse gás. Mas, quando há desequilíbrio entre produção e consumo, acaba havendo liberação para a atmosfera. Para agricultura e solo, essa é uma das principais discussões colocadas aqui”, disse Fernando Dini Andreote, professor da Esalq-USP.

Gelo que queima

O hidrato de clatrato (ou hidrato de gás) é um cristal de água que encapsula gases, a maior parte metano, e que queima com facilidade. Por isso, é considerado pelo setor de energia como um possível combustível no futuro. Quando no subsolo marinho, sob baixas temperaturas, ele mantém estável o gás em seu interior.

“No entanto, temos evidências de que houve uma grande mudança no nível do mar ao longo da nossa história. A diminuição da pressão dos oceanos decorrente disso, além do aquecimento da água, é uma forma de liberar esse hidrato de gás. Como sabemos que houve um aumento das temperaturas marinhas, estamos provavelmente chegando a uma era ou período em que nunca antes na história humana houve tanto hidrato de gás sendo exposto”, disse Boetius.

A cientista alerta que no Ártico o quadro é especialmente preocupante, já que há muitos depósitos de hidrato de gás em partes rasas, apenas alguns metros abaixo do gelo.

“O Ártico tem muitos e muitos quilômetros de mares rasos e eles podem ter grandes depósitos desses hidratos de gás. Atualmente, a maior parte do Ártico está congelado, mas não sabemos se estará até o fim do século”, disse.

Investimento em pesquisa

Além da quantidade de hidrato de gás, a própria emissão de metano dos oceanos como um todo é apenas estimada. Embora métodos para fazer as medições sejam conhecidos, seriam precisos muito mais pontos de medição do que os poucos existentes atualmente.

“Para esse tipo de levantamento precisamos de navios, robôs e engenheiros. É um esforço de muita alta tecnologia. Logo, poucos países no mundo têm condições de fazer esse trabalho, embora devessem medir emissões pelo menos em sua própria zona econômica exclusiva. Por isso, temos muito poucos dados”, disse Boetius.

A quantidade de metano emitida, portanto, pode estar subestimada, o que é dito nos últimos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC): “Temos apenas estimativas baseadas em poucos dados científicos”.

Mudar esse quadro exige altos investimentos em pesquisa. No entanto, os Estados Unidos, segundo maior emissor de gases do efeito estufa do mundo, atrás apenas da China, recuou seus investimentos nos últimos dois anos.

“Os Estados Unidos têm um impacto desproporcional no clima por causa do estilo de vida, do jeito que gerimos nossa indústria. Contribuímos bastante para a quantidade de metano no mundo. Por conta disso, temos responsabilidade de fazer algo sobre isso”, disse Brendan Bohanann, da University of Oregon, um dos organizadores da Escola.

“Ao mesmo tempo, o financiamento para ciência nos Estados Unidos tem sido estável ou mesmo tem caído ao longo do tempo. Isso sem contar que tem havido uma queda geral na importância da ciência em determinar políticas no nível federal e isso é uma grande preocupação. Infelizmente, quando os Estados Unidos tomam uma decisão em nível nacional, isso tem um impacto global. Espero que o Brasil tome os Estados Unidos como um mau exemplo e não faça a mesma coisa”, disse Bohanann.

Além de assistir a palestras, apresentar trabalhos e realizar atividades em grupo os participantes fizeram visitas técnicas à Esalq e ao Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena).

Mais informações sobre a Escola São Paulo de Ciência Avançada em Metano: http://spsasmethane.com.

FONTE: André Julião, de Ilhabela  |  Agência FAPESP

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Mundo perdeu 60% dos animais selvagens em 40 anos, alerta estudo

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Relatório da WWF apresenta uma imagem preocupante dos impactos humanos prejudiciais sobre os ecossistemas e a biodiversidade da Terra

Por Vanessa Barbosa

A biodiversidade planetária está ameaçada. Populações globais de animais selvagens diminuíram em média 60% em pouco mais de 40 anos, de acordo com o relatório “Planeta Vivo 2018”, da organização não governamental WWF (World Wildlife Fund).

O relatório, divulgado hoje, apresenta uma imagem preocupante dos impactos humanos prejudiciais na vida selvagem, florestas, oceanos, rios e clima. Ao mesmo tempo, chama atenção para a curta janela de tempo para ação e a necessidade urgente de adoção em larga escala de novas abordagens para a valorização, proteção e restauração da natureza.

O estudo reitera a ameaça já sublinhada no recente relatório do Painel Internacional sobre Mudança Climática (IPCC): estamos no meio de uma crise planetária causada por atividades humanas e estamos fazendo pouco para mudar a rota.

O que está causando a perda global de espécies?

A degradação ambiental e perda de habitat devido à agropecuária e à superexploração de espécies continuam sendo as maiores ameaças à biodiversidade e ecossistemas terrestres e marinhos em todo o mundo. Segundo o estudo, apenas um quarto das terras do Planeta estão livres dos impactos das atividades humanas e esse número deverá cair para apenas um décimo até 2050.

Essas ameaças são particularmente evidentes nos trópicos, resultando em uma perda mais significativa da vida selvagem nessas áreas, principalmente nas Américas Central e do Sul, onde a redução chega a 89% desde 1970. No caso do Brasil, ainda somos a maior fronteira de desmatamento do mundo — perdemos  1,4 milhão de hectares de vegetação natural por ano.

Nos últimos 50 anos, 20% da vegetação da Amazônia já desapareceuEspecialistas indicam que se o desmatamento total alcançar 25%, esse bioma chegará ao “ponto de não retorno”, podendo entrar em colapso.

O relatório aponta também a região do Cerrado como uma das maiores frentes de desmatamento no mundo. Além das perdas para a biodiversidade, o desmatamento no bioma põe em risco a segurança hídrica do país, uma vez que as águas que nascem no Cerrado alimentam seis das oito grandes bacias hidrográficas brasileiras e alguns dos maiores reservatórios de água subterrânea do mundo.

Outra ameaça crescente é a mudança climática, que afeta ecossistemas e espécies, e que pode dobrar a curva da perda de biodiversidade até o final do século. A mudança de uso do solo, principalmente o desmatamento, é o maior fator de emissão de gases de efeito estufa do Brasil, contribuindo assim para o aquecimento global. Entre 1990 e 2013, a mudança de uso do solo foi responsável por 62,1% do total de emissões do país, segundo o Sistema de Estimativa de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG).

Fonte: Revista Exame

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PSICO-SÓCIO-PATOLOGIA DAS LEIS: A Patologia do Foro Privilegiado

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Leia aqui o artigo completo presente no Jornal STOP ed. 98

A Constituição Federal de 1988 é a sétima Constituição do Brasil, tendo sido promulgada no dia 5 de outubro, depois de quase 2 anos de trabalho da Assembleia Constituinte. A Constituição é chamada de lei suprema do país porque é nela que foi estabelecida a estrutura e organização do Estado. É na CF que estão as normas basilares, que são superiores a todas as outras normas jurídicas.

Quando nos indignamos perante a impunidade no Brasil, principalmente com relação aos crimes de colarinho branco, não imaginamos que isso também ocorra por encontrar respaldo jurídico na Constituição.

Quantas pessoas podemos citar que foram presas por crimes de colarinho branco antes do evento da Lava Jato e do Mensalão na história recente brasileira? Mas quanto tempo ficaram presas de fato?

Isso ocorre entre outras razões devido o foro privilegiado. O FORO POR PRERROGATIVA DE FUNÇÃO Art. 29, inc. X da Constituição Federal de 88. Trata-se de direito adquirido por algumas autoridades públicas, (aproximadamente 50 mil cargos) de acordo com o ordenamento jurídico brasileiro, garantindo que possam ter um julgamento especial e particular quando são alvos de processos penais.

Ocorre que, esse privilégio afronta diretamente o artigo 5º da Constituição Federal, senão vejamos:

“Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

Os sintomas do Foro Privilegiado são visíveis e de fácil percepção para qualquer ser humano. Essa lei incentiva à disseminação da corrupção, injustiça social, impunidade e a violência. Propiciando um terreno fértil para bandidos assolarem a democracia enquanto se beneficiam dela, como agentes patológicos que crescem dentro de um órgão saudável ou mesmo como nos filmes de vampiros humanos que sugam sangue uma vez que seu próprio já está totalmente comprometido.

Obviamente que o legislador enxergou nesse artigo 5º da CF, uma possível ameaça à sua integridade e permanência no poder. Criando assim, uma exceção à regra (Foro Privilegiado).  Apesar das justificativas é aqui que podemos identificar a oculta causa psíquica, ou seja, a inversão do ser humano, que consiste em ver num bem um prejuízo e no mal um benefício, encontrando uma maneira de “diminuir os prejuízos” da igualdade e transparência previstas no artigo 5º CF.

Recentemente, estive numa palestra ministrada pelo Ilmo. Dr. Deltan Dallagnol, procurador e coordenador da força tarefa da lava jato, onde ele apontava essa necessidade na mudança das leis. Que a força-tarefa da lava jato não seria o bastante para mudar o Brasil, que seria necessária uma mudança na legislação, caso contrário, apenas ocorreria uma alternância de autorias delitivas dentro da malha de corrupção sistêmica brasileira.

Entendo que as leis foram e são elaboradas para manter o poderoso no poder e servir os interesses de poucos em detrimento de muitos. O poder político subordinado ao poder econômico. Esse princípio se institucionalizou, e se tornou a fonte do fazer político. Contudo, temos que ficar vigilantes, como dizia Abraham Lincoln “A eterna vigilância é o preço de nossa liberdade” ou ainda, “Conscientizar a humanidade que ela está nesse estado de obnubilação é condição fundamental para leva-la a uma situação de felicidade. Socialmente, temos que modificar imediatamente as leis, que permitem aos mais doentes dominar a sociedade, estar atento para que os indivíduos maus não distorçam novamente, temos de vigiar cada minuto, para que não sejamos lesados.” Norberto Keppe, Libertação dos Povos pag.17.

A ética e a consciência estão acima da lei. Este princípio metafísico que estipula a máxima da ordem do maior para o menor (fonte dessa máxima seria Santo Anselmo?) deveria ser aplicado quando da elaboração das leis, encontrando sua fonte e respaldo naquilo que está acima dela. Quando uma lei não está sob a égide do elemento transcendental ou metafísico, ela está fadada ao fracasso ou a injustiça. Em seu trabalho, Desobediência Civil, Henry David Thoreau diz: “Se uma lei é injusta, desobedeça”, ou ainda, “Devemos ser homens, em primeiro lugar, e depois súditos. Não é desejável cultivar pela lei o mesmo respeito que cultivamos pelo direito.” O pai da desobediência civil foi o grande inspirador de outros grandes líderes mundiais como Martin Luther King, Mahatma Gandhi e Nelson Mandela.

Se o ser humano não perceber essa inversão que mencionei anteriormente, de ver na corrupção como um grande benefício ou vantagem para si próprio, continuará a criar consciente ou inconscientemente mecanismos de proteção à patologia, travestidos em anseios morais e falácias de raciocínios.

Essa inversão ocorre de maneira geral, tanto nos operadores do direito como os legisladores, políticos, advogados, juízes como no povo, que ao ir às urnas eleger seu representante, identifica num determinado candidato seu próprio desejo de poder e corrupção.

Rodrigo Pacheco Angélico, advogado OAB 204858/SP, American Bar Association 02095430.

Fonte da imagem: Charge do Lane

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Qual é o Ser Mais Perigoso da Natureza?

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Lidar com a problemática psíquica do ser humano é uma profissão difícil porque é como mexer num “vespeiro” da pessoa. É tocar naquilo que ela tem de mais dolorido, que menos quer ver e que mais mascara. Esse ato de esconder é justamente a causa fundamental de todas as doenças nas pessoas. Isso é somatizar, ou seja, transformar um problema psíquico que não se quer ver, em um problema orgânico.

Qual é o ser mais perigoso da natureza? Seriam as feras, como os ursos e leões? Certamente não. O mais perigoso é o ser humano. Porque o homem (ou mulher) é o único que tem prazer em agredir e em ser mau. O animal não tem conceito de “maldade”: segue a lei da natureza e faz a vontade de Deus – e se não segue é porque tem alguma perturbação introduzida pelo ser humano. Eles são perfeitamente “éticos”, pois ser ético não é seguir ensinamentos ou convenções sociais, mas agir de acordo com os princípios e energias harmoniosos. Por isso, precisamos tentar descobrir o que está errado no nosso organismo, na nossa vida e na nossa cabeça para deixarmos a energia natural fluir e funcionar.

Muita gente diz: “Eu não pedi para nascer”. Isso mostra que o ser humano assume verbalmente, conscientemente, que ele é contra a vida – e é justamente essa atitude contra o bem que traz todas as doenças.

Voltando aos animais – eles têm sempre uma utilidade dentro da natureza. Assim, quando se diz que o ser humano mau é um animal, trata- se de uma “ofensa” a eles. O ser humano mais se assemelha aos demônios, porque estes eram seres de luz, mas negaram e rejeitaram ser o que poderiam ser, devido à inveja que têm. Segundo a teologia, os demônios (anjos decaídos), Lúcifer ou Satanás, eram seres de luz. Melanie Klein fez um estudo muito bonito a esse respeito, comparando os esquizofrênicos graves com essa atitude do demônio, que tem uma atitude de negar toda a luz que possui em si mesmo e dar o contra pela inveja.

Ainda mais perigoso que um ser humano comum é o ser humano poderoso. Porque o indivíduo, quando tem poder, geralmente realiza todo o mal que quer, e antes não podia realizar. Por isso, muitas vezes um presidente chega ao poder e acaba fazendo tudo diferente do que prometia quando estava em campanha, ou seja, antes estava embaixo com o povo, e depois em cima com os bancos – pisando na população.

Se o ser humano não se conscientiza da própria patologia, ele usa o poder para deixar toda a patologia à solta, usa a vontade invertida dele para destruir, atacar, roubar e ser egoísta. Enfim, o poderoso, de modo geral, faz tudo de mal que ele quer fazer e tira muito prazer com isso. É por isso que geralmente ele não solta o poder – a pessoa morre, mas não deixa o poder.

Pior de todos ainda é o poderoso doente e há os que se esmeram na patologia, como Bush ou Hitler – estes são pessoas que pegam o poder para dar vazão a toda sua teomania (mania de se acharem Deus).


Cláudia B. S. Pacheco*
Extrato do livro Medicina Psicossomática Trilógica Saúde Integral

*Psicanalista e escritora, com 12 livros publicados. Vice-presidente da SITA, presidente e fundadora da Associação Keppe & Pacheco e da STOP a Destruição do Mundo.