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Realizado com grande êxito 1° OPEN LAB da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco

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Chega ao fim o 1° Open Lab da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco. Realizado nos dias 19 e 20 de outubro em Cambuquira, sede da FATRI, evento reuniu engenheiros, estudantes e demais interessados de MG, RJ e SP in loco, além de participantes de MG, BA, AM, SP e RJ online. Os engenheiros co-inventores da Tecnologia Keppe Motor falaram sobre esta tecnologia, obras de Keppe e Tesla e outros temas que compõem a matriz curricular do Curso de Gestão Ambiental, com Vestibular 2019 em andamento.

No primeiro dia, o evento conduzido pelos engenheiros e co-inventores da tecnologia Keppe Motor, Alexandre Frascari, César Soós e Roberto Frascari, reuniu um corpo mais técnico, composto basicamente por engenheiros. O grupo se reuniu no Teatro Thalia do Grande Hotel Trilogia para a palestra e demonstrações práticas da Tecnologia Keppe Motor e informações sobre os cursos da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco. Posteriormente o grupo fez uma visita às instalações da sede da FATRI.

No sábado, 20 de outubro, segundo dia do evento, alunos e professores do 2° ano do Ensino Médio do Colégio de Aplicação de Três Corações foram conhecer as instalações da FATRI e participar do 1° Open Lab. Aproximadamente 25 alunos e professores, além de demais participantes da sociedade, tiveram contato direto com os engenheiros, conheceram mais sobre os trabalhos de Keppe-Tesla e sobre a Nova Física Keppeana, que será pela primeira vez parte da matriz curricular de um curso superior no mundo na FATRI. Após o evento, os alunos e professores ainda visitaram o Parque das Águas de Cambuquira acompanhados por tutores indicados pela Prefeitura Municipal de Cambuquira.

Por meio de vídeos, o Coordenador do Curso de Gestão Ambiental, Prof. Dr. Ílio de Nardi Junior, e o Fundador do Instituto Tesla, descendente de Nikola Tesla e professor do curso de Gestão Ambiental da FATRI, Eng. Boris Petrovic, agradeceram a presença de todos e deram as boas-vindas a este 1° Open Lab, que abre a série de eventos “FATRI DE PORTAS ABERTAS” que demonstrará os diferenciais dos cursos de Gestão Ambiental, Teologia e Artes Visuais que iniciarão em 2019 e já estão com o Vestibular em andamento.

O próximo evento do FATRI DE PORTAS ABERTAS acontecerá nos dias 23 e 24 de novembro. As atividades terão início às 8h30 de sexta, 23/11, e se estenderão durante esses dois dias.

Informações:
keppepacheco.edu.br/vestibular
(35) 3251-3800 / 98872-3470

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PSICO-SÓCIO-PATOLOGIA DAS LEIS: A Patologia do Foro Privilegiado

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Leia aqui o artigo completo presente no Jornal STOP ed. 98

A Constituição Federal de 1988 é a sétima Constituição do Brasil, tendo sido promulgada no dia 5 de outubro, depois de quase 2 anos de trabalho da Assembleia Constituinte. A Constituição é chamada de lei suprema do país porque é nela que foi estabelecida a estrutura e organização do Estado. É na CF que estão as normas basilares, que são superiores a todas as outras normas jurídicas.

Quando nos indignamos perante a impunidade no Brasil, principalmente com relação aos crimes de colarinho branco, não imaginamos que isso também ocorra por encontrar respaldo jurídico na Constituição.

Quantas pessoas podemos citar que foram presas por crimes de colarinho branco antes do evento da Lava Jato e do Mensalão na história recente brasileira? Mas quanto tempo ficaram presas de fato?

Isso ocorre entre outras razões devido o foro privilegiado. O FORO POR PRERROGATIVA DE FUNÇÃO Art. 29, inc. X da Constituição Federal de 88. Trata-se de direito adquirido por algumas autoridades públicas, (aproximadamente 50 mil cargos) de acordo com o ordenamento jurídico brasileiro, garantindo que possam ter um julgamento especial e particular quando são alvos de processos penais.

Ocorre que, esse privilégio afronta diretamente o artigo 5º da Constituição Federal, senão vejamos:

“Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

Os sintomas do Foro Privilegiado são visíveis e de fácil percepção para qualquer ser humano. Essa lei incentiva à disseminação da corrupção, injustiça social, impunidade e a violência. Propiciando um terreno fértil para bandidos assolarem a democracia enquanto se beneficiam dela, como agentes patológicos que crescem dentro de um órgão saudável ou mesmo como nos filmes de vampiros humanos que sugam sangue uma vez que seu próprio já está totalmente comprometido.

Obviamente que o legislador enxergou nesse artigo 5º da CF, uma possível ameaça à sua integridade e permanência no poder. Criando assim, uma exceção à regra (Foro Privilegiado).  Apesar das justificativas é aqui que podemos identificar a oculta causa psíquica, ou seja, a inversão do ser humano, que consiste em ver num bem um prejuízo e no mal um benefício, encontrando uma maneira de “diminuir os prejuízos” da igualdade e transparência previstas no artigo 5º CF.

Recentemente, estive numa palestra ministrada pelo Ilmo. Dr. Deltan Dallagnol, procurador e coordenador da força tarefa da lava jato, onde ele apontava essa necessidade na mudança das leis. Que a força-tarefa da lava jato não seria o bastante para mudar o Brasil, que seria necessária uma mudança na legislação, caso contrário, apenas ocorreria uma alternância de autorias delitivas dentro da malha de corrupção sistêmica brasileira.

Entendo que as leis foram e são elaboradas para manter o poderoso no poder e servir os interesses de poucos em detrimento de muitos. O poder político subordinado ao poder econômico. Esse princípio se institucionalizou, e se tornou a fonte do fazer político. Contudo, temos que ficar vigilantes, como dizia Abraham Lincoln “A eterna vigilância é o preço de nossa liberdade” ou ainda, “Conscientizar a humanidade que ela está nesse estado de obnubilação é condição fundamental para leva-la a uma situação de felicidade. Socialmente, temos que modificar imediatamente as leis, que permitem aos mais doentes dominar a sociedade, estar atento para que os indivíduos maus não distorçam novamente, temos de vigiar cada minuto, para que não sejamos lesados.” Norberto Keppe, Libertação dos Povos pag.17.

A ética e a consciência estão acima da lei. Este princípio metafísico que estipula a máxima da ordem do maior para o menor (fonte dessa máxima seria Santo Anselmo?) deveria ser aplicado quando da elaboração das leis, encontrando sua fonte e respaldo naquilo que está acima dela. Quando uma lei não está sob a égide do elemento transcendental ou metafísico, ela está fadada ao fracasso ou a injustiça. Em seu trabalho, Desobediência Civil, Henry David Thoreau diz: “Se uma lei é injusta, desobedeça”, ou ainda, “Devemos ser homens, em primeiro lugar, e depois súditos. Não é desejável cultivar pela lei o mesmo respeito que cultivamos pelo direito.” O pai da desobediência civil foi o grande inspirador de outros grandes líderes mundiais como Martin Luther King, Mahatma Gandhi e Nelson Mandela.

Se o ser humano não perceber essa inversão que mencionei anteriormente, de ver na corrupção como um grande benefício ou vantagem para si próprio, continuará a criar consciente ou inconscientemente mecanismos de proteção à patologia, travestidos em anseios morais e falácias de raciocínios.

Essa inversão ocorre de maneira geral, tanto nos operadores do direito como os legisladores, políticos, advogados, juízes como no povo, que ao ir às urnas eleger seu representante, identifica num determinado candidato seu próprio desejo de poder e corrupção.

Rodrigo Pacheco Angélico, advogado OAB 204858/SP, American Bar Association 02095430.

Fonte da imagem: Charge do Lane

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Qual é o Ser Mais Perigoso da Natureza?

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Lidar com a problemática psíquica do ser humano é uma profissão difícil porque é como mexer num “vespeiro” da pessoa. É tocar naquilo que ela tem de mais dolorido, que menos quer ver e que mais mascara. Esse ato de esconder é justamente a causa fundamental de todas as doenças nas pessoas. Isso é somatizar, ou seja, transformar um problema psíquico que não se quer ver, em um problema orgânico.

Qual é o ser mais perigoso da natureza? Seriam as feras, como os ursos e leões? Certamente não. O mais perigoso é o ser humano. Porque o homem (ou mulher) é o único que tem prazer em agredir e em ser mau. O animal não tem conceito de “maldade”: segue a lei da natureza e faz a vontade de Deus – e se não segue é porque tem alguma perturbação introduzida pelo ser humano. Eles são perfeitamente “éticos”, pois ser ético não é seguir ensinamentos ou convenções sociais, mas agir de acordo com os princípios e energias harmoniosos. Por isso, precisamos tentar descobrir o que está errado no nosso organismo, na nossa vida e na nossa cabeça para deixarmos a energia natural fluir e funcionar.

Muita gente diz: “Eu não pedi para nascer”. Isso mostra que o ser humano assume verbalmente, conscientemente, que ele é contra a vida – e é justamente essa atitude contra o bem que traz todas as doenças.

Voltando aos animais – eles têm sempre uma utilidade dentro da natureza. Assim, quando se diz que o ser humano mau é um animal, trata- se de uma “ofensa” a eles. O ser humano mais se assemelha aos demônios, porque estes eram seres de luz, mas negaram e rejeitaram ser o que poderiam ser, devido à inveja que têm. Segundo a teologia, os demônios (anjos decaídos), Lúcifer ou Satanás, eram seres de luz. Melanie Klein fez um estudo muito bonito a esse respeito, comparando os esquizofrênicos graves com essa atitude do demônio, que tem uma atitude de negar toda a luz que possui em si mesmo e dar o contra pela inveja.

Ainda mais perigoso que um ser humano comum é o ser humano poderoso. Porque o indivíduo, quando tem poder, geralmente realiza todo o mal que quer, e antes não podia realizar. Por isso, muitas vezes um presidente chega ao poder e acaba fazendo tudo diferente do que prometia quando estava em campanha, ou seja, antes estava embaixo com o povo, e depois em cima com os bancos – pisando na população.

Se o ser humano não se conscientiza da própria patologia, ele usa o poder para deixar toda a patologia à solta, usa a vontade invertida dele para destruir, atacar, roubar e ser egoísta. Enfim, o poderoso, de modo geral, faz tudo de mal que ele quer fazer e tira muito prazer com isso. É por isso que geralmente ele não solta o poder – a pessoa morre, mas não deixa o poder.

Pior de todos ainda é o poderoso doente e há os que se esmeram na patologia, como Bush ou Hitler – estes são pessoas que pegam o poder para dar vazão a toda sua teomania (mania de se acharem Deus).


Cláudia B. S. Pacheco*
Extrato do livro Medicina Psicossomática Trilógica Saúde Integral

*Psicanalista e escritora, com 12 livros publicados. Vice-presidente da SITA, presidente e fundadora da Associação Keppe & Pacheco e da STOP a Destruição do Mundo.


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Os Anticristos Que Desnortearam Toda a Humanidade

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Começando com Galileu e Isaac Newton, posso apontar o engano dos dois, ao colocar a origem da energia em fatores externos, pois eles acreditavam que, a partir daí, é que se formava o campo energético — Galileu deu como exemplo a pedra que rola da montanha e vai aumentando de velocidade, como se esse movimento é que criasse energia.

Isaac Newton estabeleceu 3 leis com idênticas ideias: a primeira, que um corpo sai da inércia com algum movimento externo; a segunda, que a variação do movimento vem em consequência de uma ação externa; a terceira lei, mais conhecida, é a da ação e reação, que diz que a toda ação exercida sobre um corpo, corresponde uma força contrária de reação, na mesma velocidade e direção. Tanto Galileu como Newton cometeram o mesmo erro, mas o inglês abriu as portas com a questão da reação, que é exatamente a atitude do diabo, para entrar na vida social e tentar brecar todo o seu desenvolvimento.

Albert Einstein seguiu a mesma orientação anticristã com sua famosa fórmula E = mc2, colocando a energia formada pela velocidade da luz ao quadrado, não sabendo que existe movimento superior ao da luz, mesmo sendo ao quadrado — e, o pior ainda, incitando a criação da bomba atômica, que não é só explosão, e, sim, desintegração da matéria.

Em seguida, posso apontar o maior anticristo moderno, também da Inglaterra, muito mais nefasto, Charles Darwin, com sua proposição sem pé nem cabeça: o Evolucionismo — algo absolutamente incongruente, seja no setor científico, seja no filosófico e também no teológico, é claro, ao dizer que o nada faz tudo. Parece um debiloide do diabo falando, porque ele colocou a sua atitude de destruir e eliminar tudo, no início de sua proposição.

No setor Psicopatológico, Sigmund Freud foi o pior exemplo, ao colocar a etiologia das doenças mentais no campo afetivo-sexual, fornecendo não uma ideia, mas uma simples opinião (doxa), que já na Grécia Antiga não se via como sendo ciência, mas palpite, sem nenhuma seriedade. É por esse motivo que as explicações freudianas não obtiveram êxito dentro da Medicina Psicossomática — o próprio Freud foi acometido por um câncer na laringe, por mais de 30 anos, e o pior ainda, estimulando o conceito de bem-estar e felicidade, retirado dos instintos, como se fôssemos animais irracionais.

Karl Marx foi um valente anticristo, preguiçoso e dotado de forte inveja em relação aos indivíduos abonados, mas desejando o poder econômico sem fazer força e por milagre diabólico, no que denominei de Capitalismo de Estado. Até para escrever, no que ele deveria ser mais forte, deixou-nos só um livro, O Capital, mostrando que os poderosos teriam de explorar os trabalhadores escravizados em duras atividades, propagando a ideia que sofriam amargamente suas escravidões por culpa das maldades dos povos ocidentais, que viviam com certa fartura.

Aproveitando o assunto, verificamos que Adam Smith trouxe para a sociedade o delírio de riqueza, na exploração do homem pelo homem, liquidando o desenvolvimento industrial, pois, falando da famosa Mão Invisível, introduziu a possibilidade dos indivíduos mais espertos ganharem muito dinheiro especulando nas Bolsas. Foi esse assunto que eu trouxe em meu livro A Decadência do Povo Americano e dos Estados Unidos, que enfureceu o presidente Reagan, me prendendo no MCC (Metropolitan Correctional Center); atualmente (2018), Trump reconhece que realmente o país estava em decadência. Parece que é tarde para recuperá-lo.

Falei de 7 Anticristos: Galileu, Isaac Newton, Albert Einstein, Charles Darwin, Sigmund Freud, Karl Marx e Adam Smith. Agora, citarei mais 2, para fechar o ciclo desses impertinentes gênios: Pasteur e, finalmente, um pensador francês bem antigo, Descartes, que iniciou a Filosofia Moderna com a chanchada demoníaca, que ocasionou enorme desastre no pensamento Acadêmico, com o conceito desconexo: Duvido, Logo Existo. Note o leitor que, tanto ele como Pasteur, anuviaram a Humanidade com o apoio cerrado dos diabos em sua época.

O médico colombiano, Dr. Roberto Giraldo, trabalhou nos Estados Unidos 20 anos, trazendo-nos a ideia de Béchamp (França), Enderlein (Alemanha) e Claude Bernard (França) sobre a inexistência de bactérias nos glóbulos sanguíneos, mostrando que só tem servido para aumentar o lucro dos Laboratórios ao se ensinar, invertidamente, que as doenças viriam do ambiente externo (bacilos) — e não que esses elementos patológicos sejam ocasionados pelos sentimentos ruins do interior do ser humano. Em minha pesquisa mostro que toda a ideia da Medicina, de ver a doença vinda de fora, constitui um desvio da verdadeira realidade.

Norberto R. Keppe*
Extrato do livro Psicoterapia e Exorcismo.

*Psicanalista, filósofo e pesquisador independente da física, autor de 40 livros, fundador e presidente da SITA – Sociedade Internacional de Trilogia Analítica, que unificou a ciência, à filosofia e à teologia.

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Odontologia e Espiritualidade: Conserve os seus Dentes Naturais

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“Não existe doença alguma que não seja física e espiritual ao mesmo tempo”, como mostra Keppe em seu livro Psicoterapia e Exorcismo (2018).

As emoções negativas inconscientizadas alteram o funcionamento do organismo como podemos ver no caso da inveja.

M.N. relatou: – Quando eu era criança, minha professora mostrou uma foto de um sorriso lindo. Depois mostrou uma foto de dentes cariados. Então, pensei claramente que queria ficar com os dentes todos estragados. Mas, eu mesmo me assustei com essa ideia. Hoje, acho que esse pensamento veio de um espirito maligno, que devido à minha inveja, eu segui. Portanto, perdi muitos dentes.

Notamos através desse relato que o ser humano não é vítima dos malignos, mas através da atitude de inveja, se conecta com esses seres espirituais. “Qualquer coisa que se faça no campo físico, repercute no espiritual, e o mesmo sucede deste último, para o material, pois não podemos nos esquecer, que somos uma unidade, constituída de corpo e alma.” (KEPPE, 2018).

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Faça Terapia e Aprenda Línguas Método Keppeano

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O ensino-terapia, criado por Norberto Keppe, é um método educacional sui generis, praticamente ao contrário dos tradicionais, porque ao invés de permanecer no ensino técnico-intelectual, teórico, parte para a ação, visando principalmente ajudar o ser humano a conscientizar suas possibilidades e problemas e entender o mundo em que vive (sociopatologia) para que consiga aprender o que precisa e viver melhor.

A arte e o estudo de textos terapêuticos, como os publicados no Jornal STOP, têm um papel fundamental nesse tipo de ensino. Notamos, na Escola de Línguas Millennium, que através desse estudo o aluno consegue reduzir o estresse do dia a dia e obtém um autoconhecimento, aprendendo com maior facilidade o idioma estudado. O contato com bons filmes, músicas, artes plásticas, literatura, textos da filosofia, ciência e teologia, auxiliam o estudante não só a adquirir uma cultura geral, mas também a melhorar nos estudos, profissão, relacionamentos, enfim, na vida em geral.

“A arte é o fundamento da civilização”, afirma o criador do Método Psicolinguístico usado na Millennium Línguas, Norberto R. Keppe. Na verdade, a estética favorece o contato com os universais da essência humana (o amor, a verdade e a beleza) que constituem a vida psíquica. No aprendizado de línguas notamos que é fundamental a religação com a universalidade da vida psíquica ou consciência, que representa a verdadeira fonte do conhecimento.

A linguagem é uma forma de expressão dos conceitos universais, por isso o aprendizado de um idioma não pode ocorrer somente com o estudo de gramática (que vai até abafando esses elementos), mas pela vivência da língua (falar-ouvir-ler-escrever = ação). Na hora de falar ninguém pensa: “agora vou usar um objeto direto, depois uma preposição e para terminar coloco um ponto.” Apenas expressamos conceitos universais. Por esse motivo, a criança aprende com mais facilidade que o adulto, pois está mais conectada ao amor, verdade e beleza.

Porém, é uma inversão achar que o ser humano perde a capacidade de aprender por causa do avanço da idade; o que acontece é que nós vamos cada vez mais bloqueando nossos sentimentos e ideias, necessitando agora reverter tal situação. O que é preciso é se religar aos sentimentos e ideias universais, e o uso da arte e estudo de textos terapêuticos no ensino de línguas na Escola Millennium é um elemento fundamental para conseguir, independente da idade, a religação com esta parte essencial da vida, favorecendo desta forma a capacidade de se expressar, se elevar interiormente e vencer qualquer dificuldade em aprender.


Pérsio Burkinski, professor do Instituto de Línguas Millennium


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STOP a Corrupção

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A Única Maneira de Salvar a Humanidade é Pela Conscientização de Sua Corrupção.

Quando o Gênesis relata a queda de Adão e Eva diz: “Mas Deus sabe que no dia em que dele comerdes, vossos olhos se abrirão e vós series como deuses, versados no bem e no mal”. Essas palavras do demônio  mostram como o ser humano tem a ideia de que o mal lhe dá grande poder. Ao mesmo tempo tem grande medo da consciência, que neste caso é representada pela atitude de fuga que tiveram quando o Criador os procurou, respondendo-lhe Adão: “Ouvi teu passo no jardim, tive medo porque estou nu e me escondi”. Estar sem roupa nesse caso significa estar diante do mal que praticou. Eva se justificou dizendo que “a serpente a seduziu”, revelando o quanto a corrupção lhe era atraente e vista como agradável. No capítulo 6, versículo 5, a Bíblia diz sobre A Corrupção da Humanidade: “Deus viu que a maldade do homem era grande sobre a Terra”… Estou escrevendo estes dados para esclarecer a ideia do ser humano de ver na corrupção e no mal enorme fonte de poder; por esse motive toda a humanidade se encontra em perigo de ser rapidamente destruída — pois sua verdadeira intenção é realmente a de estragar e corromper tudo o que existe. Parece-me que não existe pessoa alguma imune a esse problema; motivo pelo qual, se não houver a sua conscientização, será impossível salvar a civilização.

A atitude de corrupção faz o indivíduo se sentir muito poderoso, pela possibilidade de destruir o bem criado por Deus; ele acredita que pode muito. Aliás, em relação à criação, o ser humano só poderia se sentir como um deus pela sua atitude de oposição ao Criador (teomania) — mesmo que não seja como ele é, o homem nota que, deteriorando, consegue contrariar o processo divino na Terra; com essa finalidade aceita se transformar em um demônio e viver no inferno. Estou dizendo que tal futuro é escolhido por muitos indivíduos.

A corrupção é como um monstro de mil cabeças; uma só atitude corrupta irá se transformando em outra mais, e outra, e outra, em uma sequência sem fim, no tempo e espaço; por exemplo: na última sessão de psicoterapia de grupo, tornou-se evidente que uma cliente não dá afeto e só agride seu filho.

Outro fato fundamental é que o apego a uma corrupção abre as portas para todas as outras — não se podendo dizer que o indivíduo fique só naquela. Por exemplo: a desonestidade na atividade do cliente W.W.; não trabalhando corretamente ele: a) destruiu seu casamento; b) liquidou a profissão; c) sofreu rebaixamento mental; d) deformou o próprio corpo; e) criou inimizades em toda parte; f) empobreceu-se acentuadamente; g) sente-se infeliz. Existe um acordo mútuo tácito entre todos os seres humanos para a destruição do planeta.

Quando muitos se interrogam por que não vivemos em um Paraíso se temos todas as condições para isso, posso responder que vivemos a pior das vidas possível por causa de nosso desejo inconsciente de corromper.

O fato de conhecer a corrupção já é meio caminho andado no sentido de saná-la, pois só os seres humanos têm condições de estancá-la; estou falando que os “chifrudos” já não podem mais conhecê-la. Quanto maior for o conhecimento da corrupção menor deterioração haverá, pois afinal de contas ela é inerente à estrutura humana — e só poderá deixar de existir ou pelo menos ser diminuída, através da consciência.

Norberto R. Keppe

Saiba mais sobre essa campanha:

A Patologia do Poder

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Queremos convocar todos os indivíduos práticos, todos os que têm idealismo e dinamismo, os que acreditam no bem, na verdade e no belo, para que se unam, para que possam construir um novo mundo, uma nova sociedade, o verdadeiro Reino Humano sobre a Terra, a fim de que consigamos trabalhar para nós mesmos e desfrutar o que o Criador nos legou, e até agora nos foi privado, pelos que detiveram o poder econômico-financeiro em suas mãos. Chegamos a um tempo decisivo, no qual não é possível mais continuar alimentando os indivíduos mal-intencionados, que se apoderaram do planeta, organizando uma ordem social só para eles — dando-nos algumas migalhas, quando sua situação periclita, ou eles são obrigados a fazê-lo.

Se o leitor perceber, estamos solicitando a todos, para que possam realizar a maior de todas as “revoluções” que a humanidade teve. Estamos convocando-os para desvirarmos a sociedade da inversão em que está, e a colocarmos em seus devidos pés — porque não queremos mais ser buchas para canhões, dos poderosos, pilotos para os seus aviões de morte, motoristas para os seus tanques de guerra, que espalham a morte e a destruição.

Queremos viver a vida; queremos produzir para nós e nossos irmãos; queremos viver em paz com todos. Mas, ainda, não poderemos permitir que continuem nos usando e matando, jogando classe contra classe, povo contra povo, profissão contra profissão; estamos dando um basta a isso tudo, porque desejamos viver agora em um período de paz, como queríamos, e sempre nos foi negado.

Sei que a maior parte dos que estão no poder não têm consciência, de como são opressores e inimigos do ser humano: capitalistas, marxistas, empresários, religiosos não têm ideia de que navegam em um barco errado — temos de mostrar-lhes seus enganos para que os que têm boa intenção desistam de tal caminho, e se unam neste trabalho. Os que forem contra o bem social serão pouco a pouco neutralizados. Se vocês me perguntarem como realizar tal empresa, eu lhe responderei que, finalmente, encontramos um caminho para esta libertação; é o que estamos expondo neste livro.

Gostaríamos de convocar todas as pessoas que se sentem exploradas — professores, operários, funcionários públicos, comerciários, vendedores, artistas — para que se unam, a fim de realizar finalmente uma sociedade de justiça sobre a face da Terra. Para isso, temos os seguintes pontos de vista:

1º. A propriedade privada, nas dimensões em que existe, é um erro. O planeta foi criado para todos os seres humanos, e não para um grupo que o explora e lesa, impedindo que todos tenham o seu quinhão.

2º. O ser humano não nasceu para ser escravo do dinheiro, mas para exercer uma atividade em benefício de toda a coletividade, e para ele mesmo, como decorrência.

3º. Temos de conscientizar que as instituições foram criadas para beneficiar apenas pequenos grupos, explorando os seres humanos, impedindo-os de se desenvolverem.

4º. As famílias devem servir, e não usar a sociedade para fornecer-lhes todas as vantagens, como acontece com os grupos famosos, economicamente.

Saiba mais sobre essa campanha:

Exorcistas e Psicanalistas Trabalham no Mesmo Plano

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Posso afirmar que fazer exorcismo é realizar psicoterapia, assim como fazer psicoterapia é também realizar exorcismo, porque são dois fatores semelhantes, nesta e na outra vida sobrenatural. Estou mostrando que o cientista e o exorcista trabalham exatamente no mesmo plano, pois toda doença é ligada aos fatores físicos, e no mesmo instante aos espirituais – é por este motivo que o médico ateu, e o religioso fanático, têm tanta dificuldade em suas atividades.

O pastor americano Bill Wiese escreveu o livro 23 Minutos no Inferno, onde narra o que aconteceu ao sofrer repentinamente um desmaio, sendo transportado para essa região infernal, para trazer o que sucede com os inimigos de Deus.Compreendo, em minha pesquisa sobre a relação entre a conduta psicótica dos doentes mentais graves, com a dos seres humanos que se condenaram ao Inferno, que existe bastante semelhança, mas muito pior nesse Além Infernal. Por exemplo: Wiese afirmou que lá falta tudo o que temos aqui: água, alimento, sono e principalmente bem-estar, misericórdia e amor, dando a entender que vivemos ainda no Paraíso Terrestre, mas não o usufruímos, por causa dos nossos vícios e oposição ao Ser Divino.

Um dado que poucas pessoas conhecem, é a questão da enorme fúria que os diabos têm de nós, conforme Wiese, sem motivo algum, a não ser o desejo que temos de seguir a orientação de Jesus Cristo, a que eles se opõem frontalmente. Porém, nossa atitude aqui mesmo, de se opor ao Ser Divino, existe em todos os setores da existência: filosóficos, políticos, econômicos, jurídicos, científicos e seus ramos. Posso dizer que nos tornamos inimigos inveterados de Deus, inconscientemente, só porque não temos possibilidade de inventar uma existência diferente da atual – evidentemente, aqui entra a questão da soberba e inveja, pecados capitais, uma cópia do que aconteceu com os demônios que seguimos fatalmente.

Os profissionais mais aptos para conhecer a conduta dos demônios são os psicanalistas, desde que eles não rejeitem a espiritualidade – e o fator mais importante está na percepção de que os doentes mentais mais graves perderam a visão natural e qualquer atitude, emoção e pensamento pertencente ao real. Neste caso, toda a sua conduta é sem sentido, não podendo mais agir de acordo com o Criador, pois navega no inexistente – o ser humano percebe sua oposição ao bem, pensando que os demônios possam não estar aí. É por essa razão que não reconhece o trabalho da 2ª Pessoa da Trindade, quando esteve humanamente entre nós. Desejo esclarecer que a humanidade está entre o bem e a sua ausência, e quanto maior for sua doença, mais distante estará do belo, da verdade e do amor que são o real.

Existe um famoso conceito que os poderosos usam: dividir o povo para poder dominá-lo, que foi aplicado em todos os setores da vida social, ocasionando enormes dificuldades. Por exemplo, a divisão profissional de setores do trabalho, entre exorcistas e psicanalistas, ao julgar se uma pessoa ou é doente ou possessa, e não que esteja doente com uma esquizofrenia, e ao mesmo tempo possuída por espíritos malévolos – eu ainda posso acrescentar, com lesões cerebrais, por causa de sentir e pensar erroneamente, o que já pertence à medicina tradicional.

O tempo de vida atual que Deus nos ofereceu, para escolher o tipo de existência definitiva para viver na eternidade, é muito rápido – daí, o fato de não nos sentirmos totalmente satisfeitos aqui, por mais bens materiais que tivermos; posso afirmar que o motivo principal é o de estar em uma situação artificial e insatisfatória, que não corresponde com nossa verdadeira existência. Vivemos o provisório dentro do tempo e espaço, elementos variáveis, que tendem a desaparecer, quando acabar esse período material.

Agora, colocando essa questão no campo demoníaco, poderemos entender perfeitamente o desespero dos maus espíritos, que não teriam outro componente para aliviar um pouco a carência em sua essência, perdida para sempre por causa de sua negação ao eterno definitivo. Evidentemente, os seres humanos que ainda habitam aqui, podem ainda escolher, ou a subida ao universo espiritual definitivo, ou descer ainda mais na matéria insatisfatória e incompleta, desse período que deveria ser passageiro.

Norberto R. Keppe*
Extrato do livro Psicoterapia e Exorcismo.

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Por que o governo federal viola a lei das vacinas há 30 anos

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Em meu artigo anterior sobre esse assunto, estabeleci que, como resultado do trabalho de Robert F. Kennedy, Jr. e Del Bigtree, agora sabemos que o governo federal violou a lei das vacinas por 30 anos.

O Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS), a partir de 1988, deveria relatar a cada dois anos ao Congresso, sobre os esforços em curso para melhorar a segurança das vacinas. Nenhum relatório foi feito.

Então… por que eles não seguiram a lei?

Primeiro: Arrogância. Agências federais, quando pensam que podem se safar, ignoram completamente uma lei. Eles fingiram que a lei não existia.

Segundo: Seguir a lei teria constituído uma admitir de fato que a segurança das vacinas é um problema. Se você precisar atualizar seus esforços nessa direção a cada dois anos, há um problema sério. O governo federal não quer, em hipótese alguma, admitir que as vacinas causem danos generalizados.

Terceiro: O CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos) compra e vende US$ 4 bilhões em vacinas a cada ano. Participar de um negócio tão grande, enquanto admite que as vacinas sejam um problema contínuo de segurança, não cria um quadro coerente. Isso levanta muitas questões desconfortáveis.

Quarto: O governo federal gostaria de abrir as portas para mais e mais denunciantes de vacinas ao longo dos anos? O pesquisador de longa data do CDC, William Thompson, denunciou a pesquisa fraudulenta de autismo da vacina MMR, em 2014. Imagine Thompson e alguns outros abrindo TODO o jogo, contando tudo o que sabem sobre mentiras criminosas e encobrimentos no CDC nos últimos 30 anos. Você começa a cavar um buraco em um lugar pútrido e todos os tipos de material podres vão surgir.

Quais são as chances de que, em algum lugar nas entranhas do CDC, entre seus 15.000 funcionários, haja um que saiba – e possa decidir explicar – que todo o programa de vacinação é uma farsa e uma farsa desde o começo; que as vacinas não produzem imunidade, mas produzem muitas lesões neurológicas graves (incluindo lesões fatais); que crianças não vacinadas e criadas de forma naturalmente saudável estão muito melhor do que as crianças vacinadas.

Você acha que o governo federal gostaria de continuar a botar a boca no trombone com os atuais inquéritos de segurança sobre as vacinas, e arriscar que alguém de consciência finalmente decida sair das sombras e contar toda a verdade?

Eu acho que não.

Eventualmente, esses relatórios do HHS para o Congresso atrairiam uma grande atenção do público, e as audiências abertas seriam forçadas a existir. Imagine, em uma dessas sessões televisionadas, um cientista de renome do CDC, no final de sua exposição, dizer, com grande ênfase:

“Todo o negócio de vacinas é um absurdo. Por exemplo, quando dizemos que grandes campanhas de vacinação eliminaram tal e tal doença, isso é um conto de fadas. A vacina tem um efeito sobre o corpo. Ela pode prejudicar a resposta do sistema imunológico. E, nesse caso, você não verá as erupções e inchaços vermelhos e outros sinais de uma doença em particular. Mas não pense por um segundo que isso significa que a doença foi exterminada. Não. Por causa da toxicidade da vacina, o sistema imunológico fica fraco demais para responder com forças, e é por isso que você não vê as erupções se desenvolverem. Em vez disso, a vacina causa outros tipos de problemas no corpo. O problema pode ser neurológico. Pode ser uma infecção debilitante crônica. Nenhuma doença foi realmente eliminada… apenas sua aparência mudou. A saúde geral da criança piorou… e isso é uma coisa muito ruim. Temos que parar de mentir sobre isso… ”

Por que o governo federal aumentaria a chance de algo assim acontecer? Não, é muito melhor ignorar a lei, esperar que ninguém perceba, nunca estude a segurança das vacinas e nunca tente melhorá-las. É tolice pensar que você pode levantar um pouco a tampa da caixa de Pandora. Melhor tentar pregar a tampa para sempre.

Caso você não tenha notado, isso não está funcionando.

Por Jon Rappoport


Artigo original

Why the federal government broke vaccine law for 30 years

In my previous article on this subject, I established that, as a result of Robert F Kennedy, Jr.’s and Del Bigtree’s work, we now know the federal government broke vaccine law for 30 years.

The Dept. of Health and Human Services (HHS), starting in 1988, was supposed to report every two years to the Congress, on ongoing efforts to improve vaccine safety. NO REPORTS WERE EVER MADE.

So…why didn’t they follow the law?

One: Arrogance. Federal agencies will, when they think they can get away with it, ignore a law entirely. They’ll pretend it doesn’t exist.

Two: Following the law would have constituted a de facto admission that vaccine safety is a problem. If you need to update your efforts in that direction every two years, there is a serious problem. The federal government does not, under any circumstances, want to admit vaccines cause widespread harm.

Three: The CDC buys and sells $4 billion worth of vaccines every year. Engaging in such huge business, while admitting vaccines are a continuing safety problem, doesn’t create a coherent picture. It raises many uncomfortable questions.

Four: Would the federal government want to open the door to more and more vaccine whistleblowers over the years? Long-time CDC researcher, William Thompson, did blow the whistle on fraudulent MMR-vaccine-autism research, in 2014. Imagine Thompson and a few others spilling ALL the beans, telling everything they know about criminal lying and cover-ups at the CDC during the past 30 years. You start digging a hole in a putrid place, all sorts of rank material is going to emerge.

What are the chances that, somewhere in the bowels of the CDC, among its 15,000 employees, there is one who knows—and might decide to explain—that the whole vaccination program is a scam and a hoax from the ground up; that vaccines don’t really produce immunity, but do produce many severe neurological injuries (including fatal injuries); that unvaccinated children who are raised in a naturally healthy way are far better off than vaccinated children.

Would the federal government want to keep stirring the pot with ongoing probes of vaccine safety, and risk someone of conscience finally deciding to step out of the shadows and tell the whole truth?

I think not.

Eventually, these HHS reports to Congress would attract a great deal of public attention, and open hearings would be forced into existence. Imagine, at one of these televised sessions, a CDC scientist of repute, at the end of his tether, saying, with great emphasis:

“The whole vaccine business is nonsense. For example, when we say large vaccine campaigns have wiped out such-and-so disease, that’s a fairy tale. The vaccine does have an effect on the body. It can impair the body’s immune system response, in which case you won’t see the rashes and red bumps and other signs of a particular disease. But don’t think for a second that means the disease has been wiped out. No. Because of the toxic vaccine, the immune system is made too weak to respond with power, and that’s why you don’t see the rashes develop. Instead, the vaccine causes other kinds of problems in the body. The problem could be neurological. It could be a chronic debilitating infection. No disease has really been wiped out…only the appearance has changed. The overall health of the child has gotten worse…and this is a very bad thing. We have to stop lying about it…”

Why in the world would the federal government increase the chance of something like that happening? No, much better to ignore the law, hope no one notices, never study vaccine safety, and never try to improve it. It’s folly to think you can raise the lid on Pandora’s Box a little bit. Better to try to nail that lid shut forever.

In case you haven’t noticed, that’s not working.

By Jon Rappoport