Efeitos positivos do magnetismo nos organismos

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(Em plantas, animais e seres humanos)

Márcia Sgrinhelli – Dentista e Professora de Psicossomática das Faculdades Trilógicas

Pesquisas científicas no campo do magnetismo, utilizado de um modo terapêutico, corroboram que os efeitos dos campos magnéticos nos organismos são positivos. Exemplos:

Efeito metabólico do magnetismo no corpo humano:

• Responsável por todos os processos trófico-estimulantes e de reparação tissular, mediante o controle do aporte sanguíneo em cada tecido.

• Controle nervoso do fluxo sanguíneo de grandes segmentos da circulação.

• Controle humoral de determinadas substâncias que aumentam e diminuem o fluxo sanguíneo. (GUILLOT, 2002).

Efeitos do magnetismo no sistema vascular:

• Melhora e regula a oxigenação e a circulação sanguínea, alocando mais oxigênio para os tecidos e órgãos.

• Combate os radicais livres e auxilia na eliminação de toxinas

• Regula o pH sanguíneo.

Efeitos da magnetoterapia na fisioterapia:

• Resultados positivos no tecido ósseo em relação à consolidação de fraturas e à osteoporose, à cicatrização, regeneração nervosa e proteção e regeneração da cartilagem articular. (MEYER, 2011).

O corpo é capaz de gerar a energia magnética necessária para a reparação dos tecidos e das lesões. Mas, muitas vezes, devido a certas limitações, ele não consegue suprir o local lesionado com suficiente energia magnética. Assim, faz-se necessária uma fonte externa, para reforçar o magnetismo natural e auxiliar o reequilíbrio energético do corpo. A terapia magnética é capaz de induzir respostas adaptativas homeostáticas. (BECKER, 2010).

O Ventilador Keppe Motor contém ímãs girantes que captam uma maior energia para o ambiente. A simples exposição do organismo aos campos girantes desses ímãs possibilita relaxar magneticamente os vasos sanguíneos aliviando-os de tensões diversas, causadas pelo estresse diário, restaurando o equilíbrio do corpo através do princípio da ressonância.

Referências: • BECKER, R. O. Eletromagnetism and life. Cassandra publishing. Belcher, LA. 2010. • GUILLOT, J. D. Z. La magnetoterapia y su aplicación en la medicina. Rev Cubana Med Gen Integr 2002;18(1):60-72 • MEYER, P.F et al. Magnetoterapia: é possível este recurso fazer parte da rotina do fisioterapeuta brasileiro? Arquivos brasileiros de ciências da saúde. V.36, n.1, p.35-39, jan-abr. 2011.

Márcia Sgrinhelli – CRO-SP 25.337
Heloísa Coelho – CRO-SP 27.357
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