A doença como atitude

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Keppe introduz no campo da psicoterapia um conceito inovador: nossas doenças vêm de atitudes que adotamos diante da vida, e não têm “existência” em si mesmas. Em outras palavras: enquanto eu adoto uma determinada atitude (sentimento, pensamento ou ações) negativa, estou “fabricando” uma doença psíquica, orgânica ou na minha vida — meus relacionamentos, trabalho, economia etc. No momento em que mudo de atitude e passo a adotar uma postura mais saudável, imediatamente volto ao equilíbrio. Isso quer dizer que, pela natureza, a estrutura essencial do ser humano tem um grande poder autogenerativo. Ou seja, temos um sistema de defesa muito complexo, ao qual damos o nome de imunológico e que tem a capacidade de autorregular o funcionamento do nosso organismo. Psiquicamente ocorre o mesmo. Conscientizada e corrigida a atitude errada, voltamos ao equilíbrio natural.

Conscientizada e corrigida a atitude errada, voltamos ao equilíbrio natural.

Portanto ninguém pode ser “rotulado” de doente — neurótico ou psicótico — de maneira definitiva, pois o que existem são estados patológicos que poderão se estender por maior ou menor tempo na vida de um indivíduo. Muitas pessoas poderão, por exemplo, ter uma crise de desequilíbrio grave uma vez em suas vidas, vindo a superá-la com sucesso sem que jamais voltem a apresentar a mesma sintomatologia (depressão, manias, fobias, pânico, crises epileptiformes, estados delirantes paranoicos, por exemplo).

De outro lado, não existem pessoas chamadas “normais”. Cada um tem muito de neurótico e mesmo de atitudes psicóticas no decorrer de suas vidas. O indivíduo equilibrado é o que aceita trabalhar com os seus problemas e os dos demais — ou seja — aquele que não censura a consciência da psicopatologia e da patologia social. Os outros são nosso espelho. Portanto, se todos nós temos muito de neuróticos e até de psicóticos, os outros nos servem de espelho e muito podemos aprender sobre nós mesmos: as qualidades que devemos reforçar e os defeitos que temos que evitar.

O meio mais prático e direto para o autoconhecimento é justamente fazermos a dialética — o que nos incomoda nos outros, é o que está mal “resolvido” (inconscientizado) dentro de nós. Da mesma forma, o que nos agrada no próximo são as qualidades que possuímos e muitas vezes também estão inconscientizadas e reprimidas. Um colega de trabalho que me irrita pela sua postura megalômana, egocêntrica, que age como se fosse o centro do mundo, falando somente sobre assuntos que são de seu exclusivo interesse, não desconfiando quando é hora de parar de incomodar a concentração dos outros, poderá estar espelhando algo dentro de mim — por exemplo, o quanto eu me desvio daquilo que devo cuidar e do que é importante, perdendo-me em pensamentos egoístas, ou preocupações supérfluas comigo mesmo.

Da mesma forma, quando me incomoda ver o quanto um amigo joga fora suas chances de sucesso, numa atitude de constante autodesvalorização, insegurança e falta de confiança, posso perfeitamente estar percebendo através do outro o principal motivo dos meus fracassos profissionais. Sendo assim, podemos conhecer nosso universo interior através da conscientização dialética, usando o exterior como ponto de referência. Sim, toda a maravilha e harmonia do Universo está presente no nosso universo interno e, se não usufruímos disto, devemos à nossa psicopatologia, ou seja, nossas atitudes invertidas de in veja, raiva, medo, pessimismo, arrogância, e tantas outras.

Sendo assim, o gerenciamento do stress e o trabalho para nosso crescimento se deslocam do mundo exterior, para o “nosso” mundo. Não se trata, portanto, de buscar a saída através de mudanças externas (se bem que muitas vezes elas também se façam convenientes) mas a liberação do nosso mal-estar em relação com a nossa postura diante da vida, dos problemas e de nós mesmos. Se eu entendo que meu bem-estar e sucesso dependem, fundamentalmente, de mim, então meu caminho para o desenvolvimento estará aberto.

 

Extrato do livro “De Olho na Saúde”

Cláudia B. S. Pacheco

Psicanalista e escritora, com 12 livros publicados. Vice-presidente da SITA, presidente e fundadora da Associação Keppe & Pacheco e da STOP a Destruição do Mundo.

Estude Idiomas Fazendo Terapia!

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Na Millennium – Centro de Línguas das Faculdades Trilógicas – você estuda pelo revolucionário Método Psicolinguístico Terapêutico de Norberto Keppe.

Aula com a professora finlandesa Sari Koivukangas — Entre os temas estudados na Millennium em nove idiomas estão: como lidar com o estresse, como tratar pessoas difíceis, como se acalmar em situações de tensão, como ter uma existência mais feliz, como aumentar a produtividade e muitos outras recursos psicológicos para melhorar nossa vida psíquica, orgânica e social.

Fabrizio Billiotti, professor italiano da Millennium Unidade Rebouças

Costumamos pesquisar entre nossos alunos o que acham do Método Terapêutico de ensino de idiomas utilizado na Millennium. Um deles respondeu com uma frase tão significativa, que virou slogan da escola: “Aqui aprendemos o idioma da vida”.

Eles costumam responder que além de estudarem uma língua, obtêm conhecimentos fundamentais sobre as leis psíquicas e sociais que lhes permite adquirir maior bem-estar e desenvolvimento, através do autoconhecimento.

O Método Psicolinguístico Terapêutico mostra o que nos impede de ter uma existência melhor. Conhecendo os bloqueios, podemos aprender uma nova língua e evoluir em outros setores da vida, como relacionamentos, estudo, trabalho, realizações.

 

“Desenvolvi muito o meu inglês, pois é um método muito prático, e aprendi, sobretudo, a acreditar que é possível fazer um mundo melhor agora” disse a aluna J.S., empresária.

“A Millennium é um ambiente agradável, energizante e com pessoas especiais” declarou a jovem S.B., estudante pré-universitária.

 

Os professores são oriundos do Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Colômbia, Suécia, Finlândia e Brasil. Eles são psico-sócio-terapeutas com mais de duas décadas de experiência no manejo do Método criado por Norberto Keppe. Graças a essa metodologia os alunos têm a possibilidade de adquirir também vasta cultura, e um conhecimento unificado de ciência, filosofia, metafísica e artes no idioma estudado.

Em pesquisa recente sobre a diferença no aprendizado entre métodos convencionais e o Método Psicolinguístico (Revista de Psicanálise Integral), mostrou-se a grande eficácia do último: 90% dos participantes consideraram seu aprendizado pelo Método Psicolinguístico melhor do que pelos métodos convencionais, sendo que nenhum participante o considerou inferior (gráfico ao lado). O resultado mostra que o Método Psicolinguístico utilizado na Millennium está mais de acordo com a vida psíquica do aluno pois lida com as dificuldades sem censura.

O que faz o indivíduo aprender é a melhora da sua vida psíquica. Quando a pessoa começa a aceitar o bem (por exemplo, a consciência dos seus erros, que anteriormente pode ter considerado como penosa e prejudicial) vê vantagem nela e no seu desenvolvimento, o que abre o caminho para o aprendizado e o progresso.

“Obtive um crescimento na forma de pensar e falar em inglês. A expectativa foi além do esperado.” disse A.F., pedagoga.

 

Faculdade Keppe & Pacheco Certifica o Método Revolucionário de Ensino de Línguas

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O Método Terapêutico Trilógico de Norberto Keppe é aplicado no Instituto de Línguas Millennium há mais de 20 anos, ajudando a criar melhores condições para o aprendizado de uma segunda língua.

 

Quando converso com brasileiros sobre as experiências que tiveram ao aprender línguas, eu escuto muitas histórias. A “obrigação” de saber falar inglês é um tema constante. Também falam do trauma das entrevistas de emprego, ou ainda como se sentem diante de um garçom rude em Nova Iorque, que ficou “medindo” seu sotaque ao fazer o pedido.

Eu sempre os convido para estudar conosco e experimentar uma maneira revolucionária de se aprender. Porque a combinação das dificuldades dos alunos com os métodos ineficientes os faz perder as esperanças e a motivação.

Por que revolucionário? (entrevista com o criador do método)

Keppe: O processo de aprendizagem acontece no campo emocional. Não é tanto uma questão de entender ou não a língua, entender ou não a gramática. As escolas tradicionais seguem a orientação aristotélica visando fazer o aluno aprender pouco a pouco, do menor para o maior (da potência para o ato). Mas não é bem assim. Por exemplo: o inventor do automóvel ou do avião não começou a fazer peça por peça, mas ele tinha na ideia exatamente como funcionaria o carro/ avião, e aí ele foi montando cada peça no lugar.

Para a pessoa aprender uma língua, ela deveria ter na ideia os conceitos da língua – e tem! A nossa inteligência capta tudo de uma vez. Portanto, se o indivíduo tiver um sistema emocional funcionando bem, se ele conseguir analisar suas emoções, ele vai ter uma vida intelectual sã. Se ele não tiver uma vida emocional regularizada, ele nem consegue pensar!

Por isso, a Millennium foi fundada, baseada neste trabalho, com professores sócio-terapeutas. À medida que o aluno percebe seus distúrbios emocionais, sua inteligência vai funcionando melhor. Então, o aluno entra na escola para aprender a língua e faz também o processo de psicoterapia.

Roberto Reis, Consultor de Vendas, aluno da Unidade Rebouças diz que: “O método usado nas aulas nos ajuda a abrir a mente e sentir que é possível aprender inglês sem sofrer”

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