O poder econômico é a causa principal do sofrimento da humanidade – STOP 97

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O ser humano vive uma grande inversão ao supervalorizar o poder das finanças e da economia em nossas vidas. O dinheiro, do modo como é usado, é que bloqueia o desenvolvimento da humanidade e não a falta dele, pois o capital é necessário e a riqueza está no uso dos bens para benefício de todos. Existem pequenos grupos concentrando quase a maioria das riquezas materiais e, que devido a atitude patológica de anal sadismo em que vivem, nem eles conseguem usufruir do que possuem, usando o dinheiro para agredir toda a humanidade. A necessidade do ser humano conscientizar toda a inversão em que vive e perceber que “O único valor da vida é o bem que se faz” (Keppe)

 

libertacao-dos-povos-01-274x293A Libertação dos Povos

O autor mostra que o processo capitalista atual entrou por um caminho sem saída, principalmente depois que John M. Keynes endossou a tese do campo especulativo – como sendo praticamente o último recurso para salvá-lo.

Evidentemente, o chamado capital tem que existir, mas o povo também precisa ser beneficiado – o que acontecerá com o processo de desinversão, no qual todos os poderes passarão a servir aos interesses das nações – e não como está acontecendo agora, a população de cada país trabalhando para os interesses dos poucos que galgaram os poderes.

 

Trabalho e Capital

O autor mostra que o processo capitalista atual entrou por um caminho sem saída, principalmente depois que John M. Keynes endossou a tese do campo especulativo – como sendo praticamente o último recurso para salvá-lo.

Evidentemente, o chamado capital tem que existir, mas o povo também precisa ser beneficiado – o que acontecerá com o processo de desinversão, no qual todos os poderes passarão a servir aos interesses das nações – e não como está acontecendo agora, a população de cada país trabalhando para os interesses dos poucos que galgaram os poderes.

 

sociopatologia-01-274x293Sociopatologia

Este livro constitui um verdadeiro hino à beleza e às artes na civilização. O autor analisa o processo doentio da organização social mostrando suas origens e conseqüências, bem como uma forma de socioterapia (tratamento da patologia social). Mostra que a ética, a estética e as artes são a base da civilização e da ciência e não a matemática, colocada erroneamente como base da vida científica e social.

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